Segundas Intenções: vestindo o corpo moral, de Nilton Bonder

Bonder fala de impulsos, motivação, honestidade e consciência, discutindo conceitos como compromisso e livre-arbítrio. Para o autor, a moral ou a malícia podem se manifestar tanto no vício quanto na virtude.

Segundo o autor, enquanto a alma nseia por ser livre, o compromisso do corpo é com a verdade. Cabe a ele criticar a alma para que esta consiga administrar bem o equilíbrio.

Nilton Bonder é escritor e rabino brasileiro, na Congregação Judaica do Brasil, no Rio de Janeiro.

As ações do tempo, de Érico J. Santos

As Ações do tempo é um livro de não-ficção que tem nos faz refletir sobre a nossa relação com o tempo.

Aborda diversos aspectos como As ações do tempo, O tempo e os filhos, As tristezas da alma, A solidão de nós mesmos, A fé, O perdão, A felicidade, entre outros importantes temas.

“O tempo passa rápido e nos faz perder as emoções que sentimos no agora de tão rápido que ele é. Vivemos tanto em função do tempo que ficamos esperando as emoções que ainda vamos sentir amanhã. Esquecemo-nos de observar quanto tempo temos ainda para viver.”

 

Viver é a melhor opção: a prevenção do suicídio no Brasil e no mundo, de André Trigueiro

André Trigueiro, em seu livro Viver é a melhor opção: a prevenção do suicídio no Brasil e no mundo, consegue de forma cuidadosa falar de um assunto tão delicado trazendo dados relevantes sobre os números de suicídios no Brasil e no mundo segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde, explicando o quanto é difícil para as pessoas falarem de suicídio, até mesmo para as famílias e que se sentem impotentes diante dessa dor.

Ele traz uma palavra Suicidologia e a conceitua e ainda apresenta os principais fatores de risco e como prevenir na prática. Apresenta o CVV – Centro de Valorização da Vida

André Trigueiro traz a visão espírita nas palavras de Alan Kardec sobre o suicídio, trazendo o exemplo de André Luiz psicografado por Chico Xavier, o filme Nosso Lar que fala dos suicidas, e aborda o pensamento de Joanna de Ângelis sobre o que ela pensa do suicídio.

Sobre a morte e o morrer, de Elisabeth Kubler-Ross

Nesse livro a autora descreve e classifica em estágios as emoções que as pessoas sentem durante o processo de morrer.  Ela entrevistou pacientes gravemente doentes e sem possibilidade terapêutica de cura em um hospital de Chicago. Ainda descreve as dificuldades encontradas pela equipe multiprofissional em lidar com os pacientes e seus familiares.

Madalena sem filtro, de Rodrigo Alvarez

Em entrevista à Rádio Metrópole, o autor de Madalena Sem Filtro – Memórias Póstumas da Apóstola de Jesus, falou sobre a construção do livro enfatizando que “a ideia é trazer Madalena para o nosso tempo para entender essa personagem que foi tão mal falada e mal interpretada ao longo da história de uma maneira diferente. Passaram-se dois mil anos e hoje, incrivelmente, há mais recursos para entender Madalena do que tínhamos há cem ou duzentos anos atrás, com muitas descobertas arqueológicas.

A ideia é contar a história, mas trazer ao nosso tempo com o conhecimento que se tem hoje.

É uma Madalena que fala em primeira pessoa. De certa forma, é como se fosse ela se apresentando uma outra vez”, declarou o jornalista.

 

Nossos filhos são espíritos, de Herminio Miranda

Neste livro, Hermínio Miranda, aborda aspectos do Espírito como o nascimento, o planejamento espiritual da encarnação e a responsabilidade paterna, o esquecimento da vida pretérita e até mesmo a mediunidade infantil. Aborda ainda temas como o aborto, adoção e o nascimento de filhos deficientes e transcreve pesquisas científicas que relatam experiências de regressão.

O livro é rico em bases científicas nos relatos e exemplos pessoais e de outras pessoas que permitiram contar suas histórias.

 

 

 

 

 

 

 

 

Hermínio Corrêa de Miranda é um escritor nascido em Volta Redonda em 1920 e faleceu em 2013 no Rio de Janeiro. É considerado um dos principais pesquisadores e escritores espíritas brasileiros.

A meus filhos, de Flora Figueiredo


Estou aqui ao lado, 
à margem de seu caminho, 
vendo você passar. 
Quero que vá sozinho 
mas me mantenho por perto. 
Se o rumo é certo, 
me aprumo e aplaudo; 
se é via tortuosa, 
jogo-lhe aos pés uma rosa 
pra que desviando dela 
você chegue a outro lugar; 
se a sombra é fria, 
mando-lhe um beijo quente; 
se o chão queima do sol nascente, 
estendo-lhe a poesia 
para que o possa atenuar, 
se não houver alimento, 
peço ao vento 
sementes que lhe tragam vida. 
Para a sede, 
roubo do céu a lágrima caída da madrugada. 
Mas se você não precisar de nada, 
ainda assim eu estarei vigiando, 
escondida talvez atrás de um querubim. 
Abençoarei sua vida e sua estrada, 
mesmo que já esteja transformada 
na forma clara e casta de um jasmim. 
                                                                     “Florescência”. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987.