Faça uma lista de grandes amigos…

Adoro essa música do Oswaldo Montenegro; faz uma bela referência aos amigos, amigos de ontem, amigos de hoje e amigos de sempre.

Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais…

Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar…

Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria
Quantos amigos você jogou fora?

Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber?

Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?

Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver?
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você?

O que é, o que é

Esta música lembra a minha amiga Zeka Murta

Eu fico, com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita…
Viver!
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz…
Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita…
E a vida!
E a vida o que é?
Diga lá, meu irmão
Ela é a batida
De um coração
Ela é uma doce ilusão
Hê! Hô!…
E a vida
Ela é maravilha
Ou é sofrimento?
Ela é alegria
Ou lamento?
O que é? O que é?
Meu irmão…
Há quem fale
Que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo…
Há quem fale
Que é um divino
Mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor…
Você diz que é luta e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é
E o verbo é sofrer…
Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser…
Sempre desejada
Por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte
Só saúde e sorte…
E a pergunta roda
E a cabeça agita
Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita…

As rosas não falam, de Cartola

Esta música me lembra a minha amiga Cosma do Vale.

Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão
Emfim

Volto ao jardim
Com a certeza de que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim

Queixo-me as rosas mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti

Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E quem sabe sonhavas meus sonhos
Por fim

Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão
Emfim

Volto ao jardim
Com a certeza de que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim

Queixo-me as rosas mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti

Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E quem sabe sonhavas meus sonhos
Por fim

Feliz Páscoa!!!

Nesta época de páscoa eu gosto de cantarolar esta música, mas só me lembro desta estrofe…

Feliz Páscoa!
Eu desejo à você
E o mundo repete a cantar
Feliz Páscoa, feliz Páscoa
Que Deus abençoe o seu lar!

Feliz Páscoa!
Eu desejo à você
E o mundo repete a cantar
Feliz Páscoa, feliz Páscoa
Que Deus abençoe o seu lar!

Feliz Páscoa especial pra você que está aqui agora; pra todos os meus amigos de perto e de longe, meus seguidores queridos…

Porto Solidão, Zeca Bahia de Bom Jesus da Lapa

Zeca Bahia, o Zequinha, nasceu, em Bom Jesus da Lapa, no sertão baiano, à beira do Rio São Francisco. É um compositor inspiradíssimo e dono de uma voz privilegiada. Foi, cedo ainda, tentar sua carreira, em São Paulo e Brasília. Deu certo. Firmou-se como compositor respeitado.
É o autor de pérolas, como “Porto Solidão”, vencedora do “Prêmio Shel de Música” e mega-sucesso na voz do cantor Jessé.

Se um veleiro
Repousasse
Na palma da minha mão
Sopraria com sentimento
E deixaria seguir sempre
Rumo ao meu coração…
Meu coração
A calma de um mar
Que guarda tamanhos segredos
De versos naufragados
E sem tempo…
Rimas, de ventos e velas
Vida que vem e que vai
A solidão que fica e entra
Me arremessando
Contra o cais…(2x)
Se um veleiro
Repousasse
Na palma da minha mão
Sopraria com sentimento
E deixaria seguir sempre
Rumo ao meu coração…
Meu coração
A calma de um mar
Que guarda tamanhos segredos
De versos naufragados
E sem tempo…
Rimas, de ventos e velas
Vida que vem e que vai
A solidão que fica e entra
Me arremessando
Contra o cais…(4x)
Rimaaaaaas!
A solidão que fica e entra
Me arremessando
Contra o cais…

Nana Mouskouri

Nana nasceu na Grécia em 1934 onde freqüentou o Conservatório de Música de Atenas durante 8 anos; é cantora lírica, mas dedicou-se à música popular.
Iniciou a sua carreira cantando jazz em pequenos clubes noturnos de Atenas, gravou seu primeiro álbum em 1958.
Possui um repertório bastante variado e já gravou em mais de 11 idiomas. Nesses seus mais de 40 anos de carreira já recebeu muitos discos de ouro, platina e diamante.
Músicas lindas e emocionantes como: Only Love, Love Changes Everything e outras