As rosas não falam, de Cartola

Esta música me lembra a minha amiga Cosma do Vale.

Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão
Emfim

Volto ao jardim
Com a certeza de que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim

Queixo-me as rosas mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti

Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E quem sabe sonhavas meus sonhos
Por fim

Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão
Emfim

Volto ao jardim
Com a certeza de que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim

Queixo-me as rosas mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti

Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E quem sabe sonhavas meus sonhos
Por fim

Retribuindo carinhosamente…

Adoro blogar; pra mim é muito bom ver novidades, gente criativa, outros pontos de vista e leituras diversas. Estou sempre visitando os seguidores do Livro e Arte embora nem sempre deixe comentários. Vocês são muito importantes para mim. Nesse final de semana visitei e gostei muito do que vi nesses blogs.
Silvia postou: “E vejo flores em você” que trata da sua paixão pelas flores e plantas;
Drª Denise traz uma reflexão “Nutrindo os amigos” de J. L. Borges com tradução de Cirilo Veloso; lindo texto, vale a pena ler.
Monica está escrevendo sobre o seu passeio à praia de Salinas no Pará, mostrando umas fotos lindas;
Andrew postou “O ultrapassado que sai caro”  – um post sobre a preocupação com o lixo e especialmente com a destinação para os resíduos eletrônicos; 
Talita traz a resenha do livro ” Um advinho me disse”, de Tiziano Terzini; vale a pena ler, deu vontade;
Maria José faz uma bela homenagem aos seus “Amigos (virtuais) para sempre”; lindo, perfeito;
Marcelo Dalla escreveu um post com base em dois livros ” Indícios cármicos no mapa natal” e Planetaas retrógrados e reencarnação”, que trata de heranças que trazemos do passado; muito bom!
Luiza postou uma matéria sobre caviar…hum!!! de dar água na boca.

Dom Ceslaw Stanula – de Bom Jesus da Lapa para o Brasil!

Dom Ceslaw Stanula, missionário redentorista, nasceu no dia 27 de março de 1940, em Szerzyny, pequena cidade, distante 100 km de Cracóvia, na Polônia. Iniciou o seu trabalho sacerdotal na Polônia, depois foi transferido para a Argentina e após seis anos veio para o Brasil dar início à Missão Redentorista da Bahia, em Bom Jesus da Lapa.

Em Bom Jesus da Lapa ocupou as funções de Superior da Missão Redentorista da Bahia, de Reitor do Santuário, Pároco da Paróquia, Vigário Geral da Diocese, Professor do Colégio de São Vicente.

Conheci Dom Ceslaw quando chegou a Lapa e lembro-me do seu trabalho apostólico, da sua dedicação ao Santuário do Bom Jesus e do atendimento atencioso aos milhares de romeiros.
Atualmente ele é Bispo Diocesano de Itabuna, na Bahia.
Parabéns Dom Ceslaw pelo seu aniversário, que Papai do Céu continue iluminando seu caminho missionário.

G7: o grupo do meu coração

Com esse texto quero prestar uma homenagem a minha querida amiga Osanira; ela participava do G7 e foi uma das três últimas a se integrar a esse grupo que ela amava imensamente;tinha sempre atenção, carinho, cuidado e palavras de apoio para cada uma,na hora certa. Ela deixa nos deixou um grande vazio, vamos sentir muito a sua falta…
Grupo das Sete – G7
Participar desse grupo é um presente. O G7 foi formado por um grupo de amigas há quase 20 anos. O nome do grupo ainda hoje é uma polêmica. Sete porque era o número de componentes inicialmente ou porque se encontravam sempre às 7 da noite, após o expediente? Naquela época o nosso horário nos Correios era até 18h45minh; o certo é que ficou G7 embora sejamos 11.

Nesses anos, já nos encontramos inúmeras vezes, já fizemos várias festas temáticas (fantasia, halloween, personalidades, brega, camisa listrada, 15 anos do G7, natal das máscaras e até jogo de futebol, dentre outras. Meu grupo acumula muitas estórias engraçadas de encontros e desencontros de horários, de locais, de brincadeiras. Acontece de tudo nas nossas festas todas organizadas com muito carinho e cheias de surpresas. É um grupo unido, coeso e muito presente na vida de cada uma de nós; se preciso de apoio sei que posso recorrer ao meu G7.

Pra mim três palavras definem esse grupo mais fortemente: amizade, solidariedade, descontração e sempre que nos encontramos ou pensamos numa música Amigos para sempre faz muito sentido para o grupo e hoje esse texto traz uma bela reflexão.

Imagine que você está à beira-mar… e você vê um navio partindo.
Você fica olhando, enquanto ele vai se afastando e afastando, cada vez mais longe, até que finalmente parece apenas um pontinho no horizonte, lá onde o mar e o céu se encontram. E você diz: “pronto, ele se foi”. Foi aonde? Por onde estará passando? Foi a um lugar que sua vista não alcança. Só isto.
Ele continua tão grande e tão bonito e tão importante como era quando estava perto de você. A dimensão diminuída está em você, e não nele.
E naquele exato momento em que você está dizendo “ele se foi”, há outros olhos vendo-o aproximar-se e outras vozes alegremente dizendo: Ele está chegando!

G7 – o grupo do meu coração!

Ontem foi a festa de Natal do G7; optamos por uma jantar num restaurante bem legal e com o tradicional “amiga oculta” e outros presentinhos. Essa mudança nos ajudou a descontrair e mesmo lembrando muito e sentindo a falta da Natália foi mais fácil. O grupo continua unido e com muitas histórias pra contar, afinal são quase 20 anos de muita amizade, muitos encontros e muita festa. Tenho certeza que minha amiga ficou tão feliz como nós estamos!